Vermelhos, os morangos
Sabor do ensejo, do desejo
Das línguas, da mordida que fica
sobre a pele suave nua, entre bocas rosadas o morango do amor
Do sorriso nos olhos
Dos sonhos, das lembranças
Dos tantos indivisíveis encontros e desencontros
Do porvir
Da pétala-flor!
Vermelhos, os morangos.
Didiu 2017
"A vida é feita de encontros apesar de tantos desencontros." O homem deixa sua marca no tempo e no espaço,ele idealiza, realiza, deixa seu legado. O homem tem o poder da escrita, o poder do discurso, tanto para o bem quão para o mal. O homem é ser dialético. O pensamento é dialético! O homem é o encontro em-si, para-si, para-outrem.
terça-feira, 11 de abril de 2017
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
ALGUMAS PALAVRAS ( 1, 2, 3, quatro, 5 ,6 ,7 )
Paladar devagar ...5,6,7... tempo suavemente imprevisto
Doses de uvas vermelhas, um drink
Versos esquartejados
Gotas e pensamentos destilados
Toda embriaguez nunca será castigada.
E aquele beijo dilacerado por versos subversivos, deixado por rastros imaginários,
nunca será apenas um sonho, ou porventura, e ou, quiçá apenas um desejo contido
e construído somente pela vontade aguçada na alma. Será também belo, magnífico,
indizível... Alem!
A chuva e meus óculos embaçados, música
dançante, ritmo e efervescência úmida. Pelo asfalto pneus descalços...
Toda mitologia será abençoada, bendita
hora!
A reza e o poema
Palavras e gozo
PALADAR APRESSADO...123... TEMPO
ligeiro com asas libertas
Nas paredes do quarto 4 paredes no
teto ventila(dor)
AMOR.
Didiu 2017
domingo, 20 de novembro de 2016
das palavras tintas delicadamente suave (seco cabernet sauvignon)
O gosto seco das palavras tintas delicadamente suave
Sabores e dissabores das dores horas e dose segundos inventados para um
verso calmo, uma versão poética dum conto propositalmente incidental e forjado.
Doses de taças embriagadas de sonhos e imaginações translúcidas. Lucidez
conduzida, transbordada. Laços desatados e os pés descalços procurando trilhas
e vestígios desbotados.
O gosto da lua triste pela janela rascunhando bordados entrelaçados ao
som duma noite úmida. Narrativa cálida
Sutileza descrita
Nuvens para outro dia qualquer
Qualquer outro dia, outra noite.
Didiu 2016
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
navegante dos versos tortos
Tuas asas
abertas, sempre abertas providas de versos. Calado navegante aponta e rema
insistentemente atravessando neblinas, restabelecendo sonhos.
Voou e amou o todo
Poetizou
os céus, as nuvens brancas, as luas, as tuas… os sois – girassóis, as estrelas,
os mares, as marés, os ventos, os cataventos, os moinhos de vento.
Poetizou
a vida, cativou o amor, sorriu para as lágrimas, chorou o riso.
Despediu-se
da dor
Entre
rios... um terceiro sol, a terceira margem
Sonhos
quaisquer
Admirações,
amor, amores, o desejo, o delicado porvir
Pele,
olhos, olhares, sorrisos e tatos.
Voou e
amou o amor.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Ela (mademoiselle)
Ele estava lá, apreensivo, submerso
e, sobretudo enigmaticamente estático. Entalados na sua garganta, verbos
verberavam-se. Teus olhos emudecidos tremeluziam. E o sopro daquela imagem caprichosamente
lhe murmurava ao pé do ouvido. Segredos, revelações, voluptuosos desejos...
burburinhos
Vento cochichando:
_É ela... É ela!
Didiu 2016
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
(des)construindo
Não...
Li num livro
Sim
Aprendi
Guardei num pedaço de papel
com cor desbotada de pele leve suavemente forte
Fingi não ver
vir para fechar os olhos
Para ter sonhos trêmulos
Despertar silêncios
castrados atados mudos
Pequenas e indiscretas de
fato, palavras tais ousadas e acusadas. indiciadas por narrativas
demasiadamente demagogas
Correndo correndo correndo
desesperadamente em demasia...um suspiro para um fôlego. Correndo noite adentro
dia a fora.
E a chuva surgiu molhando os paralelepípedos.
Didiu 2016
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Silenciosamente
Permita-me dizer silenciosamente assim
A fim
Uma flor
Cor
Para mim
Permita-me querer
Sonhos
Nuvens e céus azuis com anjos noturnos em cavalos marinhos,
lua e luares, lugares pelos longínquos confins
Meio fim...vontade dissolvida num copo d’água pela manhã. Risco
de embriaguez!
Fecho os olhos para que você me permita
Janelas, portas, gavetas, entrelinhas... dizeres, prazeres,
travessuras, travesseiros, lençóis, mares, mar, ar, loucura, lucidez...
Uma pausa - lagrimas e sorrisos. DEVANEIOS PELOS ARES, PELOS
MARES DO ÂMAGO!
Me permita.
Didiu 2016
Assinar:
Postagens (Atom)






